O Colosso de Maroussi de Henry Miller

colossomaroussi

 

Em Marselha, apanhei o barco para Pireu. O meu amigo Durrell viria ao meu encontro em Atenas, levando‑me depois para Corfu. No barco seguiam muitas pessoas do Levante. Simpatizei logo com elas, preterindo americanos, franceses e ingleses. Tinha um grande desejo de falar com árabes, turcos, sírios e outros que tais. Queria saber como viam o mundo. A viagem prolongou‑se por quatro ou cinco dias, dando‑me tempo de sobra para travar conhecimento com quem eu ansiava conhecer melhor. Muito por acaso, o primeiro amigo que fiz foi um estudante de medicina grego, que regressava de Paris. Falámos em francês. Na primeira noite, falámos até às três ou quatro da manhã, principalmente sobre Knut Hamsun, por quem descobri que os gregos têm uma grande paixão. De início, pareceu‑me  estranho falar deste génio do Norte navegando em direcção a águas mais quentes. Com aquela conversa aprendi imediatamente que os gregos são um povo entusiasta, de espírito curioso e apaixonado.

O Colosso de Maroussi é um livro das Edições Tinta-da-china. A tradução é da responsabilidade de Raquel Mouta.

Para ler algumas páginas.

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