«Quanto mais depressa ando, mais pequena sou», de Kjersti A. Skomsvold

«Um inteligente e sensível exercício sobre a solidão, o amor e a passagem do tempo.» Ana Cristina Leonardo, Expresso – Actual

«Uma tragicomédia de rara qualidade.» Stig Saeterbakken

Mathea Martinsen é uma idosa com «quase cem anos», que vive sozinha num pequeno apartamento num bairro sossegado da periferia de Oslo. Mathea nunca foi boa a lidar com as outras pessoas, exceptuando o seu marido Epsilon, para quem compunha rimas, baralhava cartas e tricotava dezenas de «tapa-orelhas» – três coisas em que era bastante boa. Agora, que sente a morte a aproximar-se e receia não ter deixado nenhum traço de si, decide finalmente ultrapassar a sua fobia social. Porém, os seus esforços, heróicos e divertidos, em socializar com vizinhos e pessoas desconhecidas nem sem são bem-sucedidos. No fim de contas, a sua melhor companhia ainda são as recordações e as impressões do mundo que a rodeia, um turbilhão de memória e sentidos onde imagens do presente e do passado se confundem, oferecendo ao leitor uma brilhante história de amor em que a ironia e o sentido de humor se mesclam com a visão comovente da solidão do indivíduo que se aproxima do seu fim.

(https://www.facebook.com/cavalodeferro/photos/np.340100911.780072388/921963114483188/?type=1&notif_t=notify_me)

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