Viagem a Itália, de Johann Wolfgang Goethe

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Quando, em 3 de Setembro de 1786, Goethe não regressa das termas de Karlsbad a Weimar, mas, em vez disso, parte em segredo e incógnito para Itália, está apenas a levar à prática uma decisão pessoal adiada e um imperativo cultural de que nenhum homem de letras, intelectual ou artista pode prescindir a partir de meados do século XVIII. A Itália tornara-se, para a aristocracia já desde o século XVIII, e para a burguesia culta no seguinte, no objectivo último e incontornável do grand tour europeu. Goethe sabe, desde bem cedo, que terá de ir a Itália: o pai fizera o seu mais que convencional Viaggio per l’Italia em 1740, os primeiros contactos com a obra decisiva de Winckelmann, através do professor Oeser, surgem já na fase de estudo em Leipzig.

Tradução, prefácio e notas de João Barrento. É possível ler todo o prefácio. Uma edição Bertrand.

“A pedido do tradutor, a presente edição não segue a grafia do Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa”

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