Author Archives: Francisco Miguel Valada

Não Cites Pessoa em Vão, de Vasco Silva (selecção, organização e nota editorial)

COMÉRCIO E CULTURA A actividade social chamada comércio, por mal vista que esteja hoje pelos teoristas de sociedades impossíveis, é contudo um dos dois característicos distintivos das sociedades chamadas civilizadas. O outro característico distintivo é o que se denomina cultura. … Continue reading

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José Cardoso Pires e o leitor desassossegado, de Marco Neves

Nos aspectos analisados até agora, a paródia ao romance policial satiriza sobretudo a actuação policial e o ambiente social vivido na época dos eventos narrados, sátira que se baseia em grande medida no facto de o regime criticado já ter … Continue reading

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Lojas Históricas em Lisboa, de Círculo das Lojas de Carácter e Tradição de Lisboa e Urban Sketchers Portugal (texto: Miguel de Sepúlveda Velloso e Paulo Ferrero)

Havia detalhes magníficos, como o biombo a vidro cinzelado art déco, com livros desenhados e uma senhora que bem podia estar num livro com Poirot. Ou aquela estante central, em que as prateleiras se pareciam com folhas abertas. e o vidro e … Continue reading

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Porto, última estação, de Mariana Correia Pinto

É a viagem à raiz do problema. “Tenho de lhes dizer que não há dinheiro para eles, mas há para submarinos, para salvar bancos, pagar os juros da dívida e as parcerias público-privadas.” Chalana chama-lhe PPP – Plano Ideológico de … Continue reading

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Gramática de Grego: Grego Clássico e Helenístico, de Manuel Alexandre Júnior

À semelhança do tempo, que apresenta em grego cinco temas distintos, o modo apresenta quatro formas finitas diferentes (os modos propriamente ditos) e duas formas não finitas (o infinitivo e o particípio). O modo verbal é a forma como o … Continue reading

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O Centro do Mundo, de Ana Cristina Leonardo

  Apesar da «nobre indiferença muçulmana pelo autoclismo, o esgoto, a árvore frondosa e a ânsia de ar das ruas novas» de que falava Aquilino, dando razão a Boris, e da falta de pergaminhos que já em 1758 era notada … Continue reading

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Macbeth, de William Shakespeare (tradução de Daniel Jonas)

MALCOLM: Não deixaremos ir-se o bom momento De vos agradecer o vosso afecto, E compensá-lo bem: senhores, sois condes, Os primeiros que a Escócia alguma vez Ouviu chamar. E este novo tempo Exige que chamemos sem demora Os nossos conterrâneos … Continue reading

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Cair para dentro, de Valério Romão

A mãe levou uns bons quinze dias a aceitar que ele se tinha ido embora. Quando o fez, naufragou no sofá de pele e chorou um dia inteiro, vindo à superfície apenas para poisar os olhos na acne da parede, … Continue reading

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Os Cem Melhores Poemas Portugueses dos Últimos Cem Anos, de José Mário Silva (org.)

  O título desta antologia — Os Cem Melhores Poemas Portugueses dos Últimos Cem Anos — contém um adjectivo problemático. No conjunto dos muitos milhares de poemas escritos por autores portugueses num século inteiro, como escolher «os melhores»? E o que … Continue reading

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Avieiros, de Alves Redol

O escritor não é ser passivo ante o mundo que o cerca. Apaixona‑se sempre. A diferença entre um escritor e um aprendiz, ou um medíocre, é que naquele nunca a paixão se faz retórica. Recusa padrões, fórmulas, os caminhos fáceis … Continue reading

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