Tag Archives: Relógio D’Água

Poemas Escolhidos, de W. B. Yeats (tradução de Frederico Pedreira)

*** UM DIÁLOGO ENTRE O EU E A ALMA […] Estou satisfeito por perseguir até à origem Tudo o que decorre da acção e do pensamento; Examinar o todo; perdoar-me por esse todo! Quando alguém como eu espanta o remorso, … Continue reading

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Poemas Escolhidos, de T.S. Eliot

Estou a ficar velho… Estou a ficar velho… Hei-de andar com a dobra da calça revirada. E se eu puxar atrás o risco do cabelo? Arrisco-me a trincar um pêssego? Hei-de vestir calça de flanela branca e passear na praia. … Continue reading

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Hamlet, de William Shakespeare (tradução de António M. Feijó)

Polónio Ofélia, põe-te a andar aqui.  — Senhor, se vos apraz, Escondamo-nos. — Lê aqui neste livro, Que a aparência desse acto possa colorir-te A solidão. — Muitas vezes somos culpados disto, Em demasia provado, que, com ar de devoção E … Continue reading

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Da Natureza das Coisas, Lucrécio (tradução de Luís Manuel Gaspar Cerqueira)

Nestas coisas, tenho medo que tu eventualmente penses que te estás a embrenhar nos princípios de uma doutrina ímpia e avanças na senda do crime. A este propósito, pelo contrário, aquela religião deu mais vezes origem a actos criminosos e … Continue reading

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1: A Morte do Pai de Karl Ove Knausgard

Karl Ove Knausgård escreve sobre a vida com dolorosa honestidade. Escreve sobre a infância e os anos de adolescência, a paixão pelo rock, a relação com a sua afectuosa e algo distante mãe, e o seu pai, sempre imprevisível, cuja morte … Continue reading

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Douro. Rio, Gente e Vinho de António Barreto

Uma edição da Relógio D’Água. Pode ler e ver as primeiras páginas. Trata-se de uma nova versão, corrigida, actualizada e muito aumentada, das edições de «Douro», publicadas nos anos noventa e há muito esgotadas. Além dos acrescentos e dos novos capítulos sobre … Continue reading

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Alucinações de Oliver Sacks

Já alguma vez o leitor viu algo que não estava lá? Ouviu alguém chamar o seu nome numa casa vazia? Sentiu que o seguiam, mas quando se virou não estava lá ninguém? As alucinações não pertencem apenas aos loucos. Estão … Continue reading

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Mulheres na Literatura Portuguesa – sécs. XVI a XVIII

Será possível escrever uma História da Literatura Portuguesa anterior a 1900 que inclua as mulheres? Ou, dito de outro modo: será possível falar de escritoras antes da contemporaneidade? Estas perguntas têm sido feitas insistentemente por todos aqueles que se vêem … Continue reading

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A Dominação Masculina – Pierre Bourdieu

Por estarmos incluídos, homens e mulheres, no objecto que nos esforçamos por apreender, integrámos, como esquemas inconscientes de percepção e de apreciação, as estruturas históricas da ordem masculina. Arriscamo‑nos, contudo, a recorrer, para conceber a dominação masculina, a modos de pensamento que … Continue reading

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Editora Relógio D’Água

Fundada em 1983, a Relógio D’Água é uma editora independente. É também um projecto cultural, não se limitando a publicar as obras que pensa que o leitor quer ler. Aposta antes num projecto criativo, entusiasmando os leitores no que lhe … Continue reading

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